gente

Páginas

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Mais uma do Jabour...


AMOR É PROSA, SEXO É POESIA

Sábado, fui andar na praia em busca de inspiração para meu artigo de jornal. Encontro duas amigas no calçadão do Leblon:
- Teu artigo sobre amor deu o maior auê... – me diz uma delas.
- Aquele das mulheres raspadinhas também... Aliás, que você tem contra as mulheres que barbeiam as partes? – questiona a outra.
- Nada... – respondo. – Acho lindo, mas não consigo deixar de ver ali nas partes dessas moças um bigodinho sexy... não consigo evitar... Penso no bigodinho do Hitler, do Sarney... Lembram um sarneyzinho vertical nas modelos nuas... Por isso, acho que vou escrever ainda sobre sexo...
Uma delas (solteira e lírica) me diz:
- Sexo e amor são a mesma coisa...
A outra (casada e prática) retruca:
- Não são a mesma coisa não...
Sim, não, sim, não, nasceu a doce polêmica ali à beira-mar. Continuei meu cooper e deixei as duas lindas discutindo e bebendo água-de-coco. E resolvi escrever sobre essa antiga dualidade: sexo e amor. Comecei perguntando a amigos e amigas. Ninguém sabe direito. As duas categorias trepam, tendendo ou para a hipocrisia ou para o cinismo; ninguém sabe onde a galinha e onde o ovo. Percebo que os mais “sutis” defendem o amor, como algo “superior”. Para os mais práticos, sexo é a única coisa concreta. Assim sendo, meto aqui minhas próprias colheres nesta sopa.
O amor tem jardim, cerca, projeto. O sexo invade tudo isso. Sexo é contra a lei. O amor depende de nosso desejo, é uma construção que criamos. Sexo não depende de nosso desejo; nosso desejo é que é tomado por ele. Ninguém se masturba por amor. Ninguém sofre de tesão. O sexo é um desejo de apaziguar o amor. O amor é uma espécie de gratidão posteriori pelos prazeres do sexo.
O amor vem depois, o sexo vem antes. No amor, perdemos a cabeça, deliberadamente. No sexo, a cabeça nos perde. O amor precisa do pensamento.
No sexo, o pensamento atrapalha; só as fantasias ajudam. O amor sonha com uma grande redenção. O sexo só pensa em proibições: não há fantasias permitidas. O amor é um desejo de atingir a plenitude. Sexo é o desejo de se satisfazer com a finitude. O amor vive da impossibilidade sempre deslizante para a frente. O sexo é um desejo de acabar com a impossibilidade. O amor pode atrapalhar o sexo. Já o contrrário não acontece. Existe amor sem sexo, claro, mas nunca gozam juntos. Amor é propriedade. sexo é posse. Amor é a casa; sexo é invasão de domicílio. Amor é o sonho por um romântico latifúndio; já o sexo é o MST. O amor é mais narcisista, mesmo quando fala em “doação”. Sexo é mais democrático, mesmo vivendo no egoísmo. Amor e sexo são como a palavra farmakon em grego: remédio e veneno. Amor pode ser veneno ou remédio. Sexo também – tudo dependendo das posições adotadas.
Amor é um texto. Sexo é um esporte. Amor não exige a presença do “outro”; o sexo, no mínimo, precisa de uma “mãozinha”. Certos amores nem precisam de parceiro; florescem até mas sozinhos, na solidão e na loucura. Sexo, não – é mais realista. Nesse sentido, amor é uma busca de ilusão. Sexo é uma bruta vontade de verdade. Amor muitas vezes e uma masturbação. Seco, não. O amor vem de dentro, o sexo vem de fora, o amor vem de nós e demora. O sexo vem dos outros e vai embora. Amor é bossa nova; sexo é carnaval.
Não somos vítimas do amor, só do sexo. “O sexo é uma selva de epiléticos” ou “O amor, se não for eterno, não era amor” (Nelson Rodrigues). O amor inventou a alma, a eternidade, a linguagem, a moral. O sexo inventou a moral também do lado de fora de sua jaula, onde ele ruge. O amor tem algo de ridículo, de patético, principalmente nas grandes paixões. O sexo é mais quieto, como um caubói – quando acaba a valentia, ele vem e come. Eles dizem: “Faça amor, não faça a guerra”. Sexo quer guerra. O ódio mata o amor, mas o ódio pode acender o sexo. Amor é egoísta; sexo é altruísta. O amor quer superar a morte. No sexo, a morte está ali, nas bocas... O amor fala muito. O sexo grita, geme, ruge, mas não se explica. O sexo sempre existiu – das cavernas do paraíso até as saunas relax for men. Por outro lado, o amor foi inventado pelos poetas provinciais do século XII e, depois, revitalizado pelo cinema americano da direita cristã. Amor é literatura. Sexo é cinema. Amor é prosa; sexo é poesia. Amor é mulher; sexo é homem – o casamento perfeito é do travesti consigo mesmo. O amor domado protege a produção. Sexo selvagem é uma ameaça ao bom funcionamento do mercado. Por isso, a única maneira de controla-lo é programa-lo, como faz a indústria das sacanagens. O mercado programa nossas fantasias.
Não há saunas relax para o amor. No entanto, em todo bordel, FINGE-SE UM “AMORZINHO” PARA INICIAR. O amor está virando um “hors-d’oeuvre” para o sexo. O amor busca uma certa “grandeza”. O sexo sonha com as partes baixas. O PERIGO DO SEXO É QUE VOCÊ PODE SE APAIXONAR. O PERIGO DO AMOR É VIRAR AMIZADE. Com camisinha, há sexo seguro, MAS NÃO HÁ CAMISINHA PARA O AMOR. O amor sonha com a pureza. Sexo precisa do pecado. Amor é o sonho dos solteiros. Sexo, o sonho dos casados. Sexo precisa da novidade, da surpresa. “O grande amor só se sente no ciúme” (Proust). O grande sexo sente-se como uma tomada de poder. Amor é de direita. Sexo, de esquerda (ou não, dependendo do momento político. Atualmente, sexo é de direita. Nos anos 60, era o contrário. Sexo era revolucionário e o amor era careta). E por aí vamos. Sexo e amor tentam mesmo é nos afastar da morte. Ou não; sei lá... e-mails de quem souber para o autor.

Arnaldo Jabor

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Craque organizacional! Gestão de equipes.


Como criar um ambiente competitivo valorizando e estimulando a individualidade dos membros da equipe?

Para responder esta pergunta é necessário entender a diferença entre competição e competitividade. Diferença esta que, se não identificada, pode comprometer todo um grupo de alto desempenho.

Competição é definida quando equipes ou pessoas, baseados numa regra que é clara a todos, competem entre si, com o objetivo de ser o melhor que o outro. O objetivo final é a valorização externa, muitas vezes motivada diretamente por conquistas pré-definidas – troféu, lucro, campeonato, dinheiro, etc.
É muito simples entender, basta pensar em qualquer campeonato esportivo – que no final sempre tem um Campeão – ou na sua empresa que busca alcançar ou manter-se líder no mercado – para aumentar lucro.
Na Competição a busca é sempre pelo melhor!

Fazendo uso deste conceito de Competição, gostaria de compartilhar com você a história do Seu Manuel: 53 anos de idade, paulista, administrador de empresa, fumante, sedentário, pré-obeso e estressado – teve um infarto há 5 anos. Passou por uma experiência de quase morte, onde ele e toda sua família (esposa e 2 filhas) sofreram muito. Depois do episódio, Seu Manuel resolveu agir ativamente em sua vida: contratou um personal trainer, começou a fazer exercícios diários acompanhado por um nutricionista. Caminhava todos os dias. Passou a correr aos poucos. Cada vez mais…
No último ano Seu Manuel participou da Maratona de Nova York – a maior do mundo com mais de 30 mil participantes. Nestas competições, os organizadores da prova selecionam as pessoas que realmente tem chances de vencer a corrida – em função de tempos anteriores – e as colocam em um “pelotão de elite”. Nesta corrida tinha menos de 100 pessoas neste pelotão.
Pergunto: o que faz uma pessoa participar de uma competição sabendo que ela não vai vencer? Se o objetivo na Competição é a vitória, é ser o melhor, o que motivou Seu Manuel e tantas outras pessoas a participar da prova?
Esta resposta é o significado de Competitividade.

Competitividade é um conceito comportamental que impulsiona as pessoas a serem melhores. Tem como objetivo a busca da superação pessoal e a valorização subjetiva de ter feito o seu melhor.

As equipes de alto desempenho devem adotar práticas competitivas em suas ações com o mercado – com objetivo de tornar-se a melhor em seu segmento – E valorizar, reconhecer e incentivar o espírito de competitividade em sua equipe – com o objetivo de tornar-se a melhor em seu segmento.

Mulher estressada ...quando se caerta sofrendo...


Pouco tempo, muitas tarefas, excesso de pressão. A mulher sofre com o estresse da vida moderna. Veja em que isso afeta seu relacionamento com ela.

Além de atuar em várias frentes, a mulher convive hoje com algo novo em sua trajetória: a competitividade do mercado de trabalho. A independência e as conquistas e os projetos para o futuro têm cobrado seu preço. Da condição de “protegida” do lar, ela saltou para a de guerreira do mundo profissional. Como o homem, enfrenta pressão por resultados, confrontos com chefes e excesso de horas trabalhadas. Algumas vêm conseguindo equilibrar bem sua rotina: aprenderam a delegar e já não exigem de si a perfeição em todos os papéis. Mas boa parte delas ainda amarga um duro aprendizado. Pesquisa feita pela Fiesp, entidade que reúne indústrias de São Paulo, mostra que 18% das mulheres empregadas estão sempre (ou quase sempre) estressadas, contra 11% dos homens. E estudos feitos por entidades de saúde revelam que, a exemplo dos homens, muitas mulheres têm lidado mal com o estresse. Apelam para o consumo de fumo, álcool e acumulam tensão.

Há 40 anos, a cada dez casos de AVC (acidente vascular cerebral), um era de mulher. Hoje, a relação é de dois homens para uma mulher. O dado é do Instituto do Coração, de São Paulo, cujos estudos indicam ainda que o infarto também deu um salto entre o público feminino. A distância, que chegou a ser de dez homens infartados para cada mulher, hoje é de três para um. A situação, entretanto, é contornável. Segundo Ana Rossi, presidente da ISMA-BR, associação internacional que estuda o estresse no Brasil, a mulher, ao contrário do homem, recorre a cuidados médicos, aceita tratamentos e fala sobre seus problemas com liberdade. Para se manter saudável, inclui ainda em sua agenda tarefas que lhe dão prazer, como cuidar do visual e fazer compras. “Mais do que o homem, a mulher se tranqüiliza ao fazer compras”, explica Ana Rossi.


O QUE FAZER ????Algumas dicasO varejo não deve ignorar que o estresse está afetando a saúde da consumidora e mudando seus hábitos. Além de favorecer o prazer das compras com um ambiente leve, com música ambiente discreta e um atendimento gentil, deve dar importância cada vez maior a um sortimento saúde. Aproveite o fato de que a mulher se cuida, para oferecer a ela produtos sem colesterol, poucas calorias, pouco açúcar e à base de soja. Alimentos integrais, funcionais ou enriquecidos com vitaminas, cálcio, ferro, fibras, além de produtos orgânicos devem constar do mix. E fi que atento aos lançamentos. Nos próximos anos, surgirão mais e mais produtos com apelo à saúde e bem-estar

Sou fã desse cara...segue mais uma de Arnaldo Jabour...


O cara diz que te ama, então tá!
Ele te ama.
Sua mulher diz que te ama, então assunto encerrado.
Você sabe que é amado porque lhe disseram isso,
as três palavrinhas mágicas.
Mas ouvir que é amado é uma coisa, sentir-se amado é outra, uma diferença de quilômetros.

A demonstração de amor requer mais do que beijos,
sexo e palavras. Sentir-se amado, é sentir que a pessoa
tem interesse real na sua vida, que zela pela sua felicidade,
que se preocupa quando as coisas não estão dando certo,
que coloca-se a postos para ouvir suas dúvidas e
que dá uma sacudida em você quando for preciso.

Sentir-se amado é ver que ela lembra de coisas que
você contou há dois anos, é vê-la tentar reconciliar você com
o seu pai, é ver como ela fica triste quando você está triste
e como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo
tempestade em copo d'água.

Sentem-se amados aqueles que perdoam um ao outro
e que não transformam a mágoa em munição na hora
da discussão...

Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente inteiro.
Sente-se amado aquele que tem sua solidão respeitada,
aquele que sabe que tudo pode ser dito e compreendido.

Sente-se amado quem se sente seguro para ser
exatamente como é, sem inventar um personagem para a relação,
pois personagem nenhum se sustenta muito tempo.

Sente-se amado quem não ofega, mas suspira;
quem não levanta a voz, mas fala; quem não concorda,
mas escuta. Agora, sente-se e escute: Eu te amo! Não diz tudo!

"Me ame quando eu menos merecer,
que é quando eu mais preciso."

Vai trabalhar doente? Atitude pode fazer você faltar por mais tempo no futuro


Mesmo doente, você costuma ir ao trabalho? Faz aquele esforço para acompanhar a sua equipe ou para não deixar seu chefe 'na mão'? Afinal, seu emprego deve vir em primeiro lugar, certo? Errado. Saiba que a atitude pode trazer consequências ruins à sua saúde no futuro e, então, será forçado a faltar por um período ainda mais longo.
Pesquisa realizada pelo Departamento de Medicina Ocupacional do Hospital Herning, na Dinamarca, detectou que a ida ao trabalho doente está associada com a ausência, no futuro, por um período médio de duas semanas. Isso sim pode prejudicar o seu emprego, já que estará longe das atividades por muito mais tempo e o período de readaptação será mais difícil.

Os participantes da pesquisa que foram para o trabalho doentes mais de seis vezes em um ano tiveram 74% mais chances de ficarem doentes por um longo tempo no futuro, de dois meses.

"Por esse motivo, pesquisadores e políticos deveriam considerar o fenômeno mais cuidadosamente quando planejarem futuros estudos de faltas por doença ou quando planejarem novas políticas", diz o estudo.

As informações foram coletadas de 11.838 pessoas, por meio de um questionário sobre trabalho, família e atitudes acerca de faltas por causa de doença. A informação sobre ausências de, no mínimo, duas semanas no trabalho foi coletada de registros oficiais referentes ao período de um ano e meio.

Os dados foram publicados na última edição do Journal of Epidemiology and Community Health.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Amor a profissão...sim...amor!




Isso mesmo AMOR! É justamente sobre isso que quero falar hoje.Sobre esse sentimento abstrato que muitos homens e mulheres sentem um pelo outro, e que muitos profissionais espalhados pelo mundo sentem pela profissão que escolheram.

Sei que é muito estranho falar sobre isso sem ser nostálgico, ou até meio demagogo, mas é justamente o sentimento que nos impulsiona a cobrar o melhor que temos a dar pra algo que nos proponhamos a fazer.

Conheço gente que é tão cega pelo que ama fazer que simplesmente não presta atenção no tempo que dedicam de suas vidas a algo que tem MUITA afinidade e carinho. Gente que passa 20 anos fazendo com muita intensidade o que curte, e que chega a ser até anti-social, mas fazer o q? Muita gente que se apaixona por um rapaz ou uma mulher, não abandona os amigos? (risos)

Eu mesmo tive La minha época que de ficar 18 horas em um estúdio, ou até ouvindo musica alto por HORAS consecutivas, até que um dia descobri que poderia ser pago justamente pra fazer isso, pois haviam lugares (rádios, danceterias, gravadoras, etc….) que precisavam de alguém pra isso!

Loco isso neh? Ser pago pra fazer algo que vc faria até de graça!

Portanto se vc é do tipo que curte MUITO o que faz, e que vê uma maré de pessoas que dizem que é burrice, ou loucura esse tipo de atitude, lembre-se:

VOCE EH UM SER UNICO!

NAO EXISTE NO MUNDO INTEIRO NINGUEM IGUAL À VC, portanto, NINGUEM MELHOR DO QUE VC pra saber O QUE VC QUER PRA VC!

O Maximo que vai acontecer é vc descobrir que aquilo não era a sua PAIXAO e que teu lance é outro.

Tenho amigos que cursaram medicina, fizeram os 6 anos de facul, mais os 3 ou 4 de especialização pra descobrir que queriam ser artistas plásticos. Isso mesmo!!! (risos)

Acredite

Essa vida passa muito rápido, portanto, não se destrate, correndo atrás de frustrações certas. Lógico que não é todo mundo que tem o “DOM” pra TUDO, mas se vc batalhar, e aproveitar o ímpeto da idade, junto com um pouco de coragem e RISCO, não custa nada. Afinal, o dia que vc estiver BEM velho, vai olhar pra traz e vai de duas a uma:

- SE ARREPENDER POR NAO TER TENTADO!

-OU SENTIR REALIZACAO POR TER FEITO TUDO QUE PODE, E APOSTOU NA VIDA!

O que é o amor....? Vc sabe???


O amor não é algo que te faz sair do chão e te transporta para lugares que nunca tenha visto.
O nome disso é avião. O amor é outra coisa.

O amor não é uma coisa que esconde dentro de vc e não mostra para ninguém.
Isso se chama vibrador tailandês de três velocidades. O amor é outra coisa.

O amor não é uma coisa que te faz perder a respiração e a fala.
O nome disso é bronquite asmática. O amor é outra coisa.

O amor não é uma coisa que chega de repente e te transforma em refém.
Isso se chama seqüestrador. O amor é outra coisa.

O amor não é uma coisa que voa alto no céu e deixa sua marca por onde passa.
Isso se chama pombo com caganeira. O amor é outra coisa.

O amor não é uma coisa que você pode prender ou botar pra fora de casa quando bem entender.
Isso se chama cachorro. O amor é outra coisa.

O amor não é uma coisa que lançou uma luz sobre você, te levou pra ver estrelas e te trouxe de volta com algo dele dentro de ti.
Isso se chama alienígena. O amor é outra coisa.

O amor não é uma coisa que desapareceu e que, se encontrado, poderia mudar o que está diante de você.
Isso se chama controle remoto de TV. O amor é outra coisa.

“O amor é simplesmente… o amor.”