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sexta-feira, 26 de março de 2010

O problema está em profissionais sem preparação...


Um dos problemas graves da era da informação é que existem profissionais lotados de todo tipos de informações, mas que na hora de agir não sabem como usar o que aprenderam. Infelizmente, deve-se chamar a atenção para as faculdades que não preparam para o mercado de trabalho, como exemplo ilustrativo pode-se citar, que uma empresa procura uma pessoa para ser analista de credito num departamento financeiro, acostuma-se a pedir faculdade de administração ou economia, possuir características de liderança além do inglês avançado e uma boa experiência comprovada, e se tiver pós ainda melhor.
Pronto, acredita-se que com essas características são suficientes para encontrar um bom candidato. E claro que é obvio que muitas dessas são encontradas em pessoas que fizeram uma boa faculdade e obtiveram ótimos resultados, medidos através de todo tipo de prova que os professores aplicaram. Mas no fundo esquece-se que para ter um bom perfil profissional antes deve-se formar o homem capaz de administrar sua vida pessoal. É ai que radica a nova preocupação que o mercado de trabalho está exigindo.
Seguindo o exemplo anterior é fácil perceber que não são suficientes as capacidades técnicas se o profissional não tem o equilíbrio pessoal nas suas pequenas contas. É comum encontrar nas empresas analistas de credito, com ótimas qualidades comprovadas na interpretação dos índices financeiros de um balanço, mas péssimos na hora de controlar seu próprio orçamento, e só esperam chegar o dia de pagamento para saldar o saldo negativo no banco e poder pensar que no dia seguinte do pagamento já não tem de onde mais tirar um centavo, a não ser entrar no cheque especial mais uma vez.
É esse tipo de profissional que precisa ser repensado para o mercado do trabalho, e não depende só da faculdade mas, principalmente da matéria prima, que não é mais que o próprio ser humano. Tem muitas iniciativas de integração escola com empresa para tentar, de alguma forma, sarar esta brecha esquecida por algum tempo, e que trouxe grandes perdas para o mercado de trabalho.
Certo conservadorismo é inegável na maioria das gestões, das diretorias e empresários. Mas por isso mesmo, e pelas próprias demandas do mercado, o otimismo em relação ao potencial que o mercado de Recursos Humanos oferece na contratação de serviços para profissionalização, treinamento, benefícios, gestão por competências e tantas outras ações de ponta na gestão de recursos humanos, cria boas expectativas para todos os atores desse cenário. A modernização é certa. E o mercado sabe disso.

quarta-feira, 24 de março de 2010

JUSTIÇA A ISABELLA.




Como mãe eu não posso deixar de pedir justiça a Isabella. Vamos orar...vamos pedir a Deus que ilumine a cabeça desses juristas e que condenem os mal feitores...tirar um filho de uma mãe...tirar a mãe de um filho..não existe crime maior nesse mundo...é a vida d euma crinça...hj clamamos por JUSTIÇA!

Mãe de Isabella sofre de estresse pós-traumático

O terapeuta de Ana Carolina Oliveira, José Milton Kotzent, disse que a mãe de Isabella está abatida e triste e pediu ao juiz Maurício Fossen para conversar com a paciente. Ana prestou na última segunda-feira depoimento no julgamento da morte de sua filha. Desde então, está retida no Fórum de Santana. Ela fica isolada em uma sala do Fórum, sem acesso a televisão ou jornais.


Enquanto esteve retida, Ana chegou a ser atendida por um médico do Judiciário. "Ela deu todos os passos para trás no que avançamos nesses dois anos", avaliou Kotzent. Segundo ele, que trata de Ana Oliveira desde a morte de Isabella, a mãe sofre de transtorno de estresse pós traumático e precisa de acompanhamento médico.


No início desta noite, os advogados de defesa de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá pediram uma acareação entre a mãe de Isabella e os réus. O pedido está em análise do juiz Maurício Fossen, que preside o júri.